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PROJETOS

Deputados votam projetos para ajudar mulheres em situação de violência

Ao todo, os parlamentares votaram dez propostas

03/03/2020 17h15
Por: Redação
Fonte: G1 PR
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Mulher vítima de violência doméstica — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Mulher vítima de violência doméstica — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Os deputados estaduais do Paraná votaram três projetos com medidas para ajudar mulheres em situação de violência.

As sessões na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), em Curitiba, foram retomadas na segunda-feira (2), depois do carnaval.

Ao todo, os parlamentares votaram dez propostas na segunda – com outras questões, além da violência contra a mulher.

'Salve Maria'

Um dos projetos voltados para mulheres em caso de violência doméstica é de autoria da deputada Mara Lima (PSC). Essa proposta foi aprovada em 2ª discussão e prevê a criação de um aplicativo chamado "Salve Maria".

É mais um meio de a vítima de violência doméstica chamar a polícia ou a Guarda Municipal. A vítima faz um pré-cadastro no aplicativo informando o endereço e, em casos de emergência, aperta um botão para acionar os órgãos competentes.

Condomínios

Outros dois projetos foram aprovados em redação final. Agora, precisam da sanção do governador Ratinho Junior (PSD) para entrarem em vigor.

Um deles é de autoria do deputado Delegado Francischini (PSL), que obriga síndicos ou administradores de condomínios residenciais de todo o estado a informarem as autoridades em até 24 horas em casos de violência contra mulheres, idosos, crianças e adolescentes.

Qualificação profissional

A outra proposta, da deputada Cristina Silvestre (Cidadania), dá prioridades a vagas em cursos de qualificação profissional oferecidos pelo governo estadual a mulheres vítimas de violência doméstica, com medidas protetivas. Os cursos são de construção civil e informática, entre outros.

Isso vai permitir com que a mulher se qualifique para entrar rapidamente no mercado de trabalho.

"É uma independência financeira e uma independência social também. Seria a emancipação social dessas mulheres. Muitas vezes, a mulher não sai desse ciclo de violência porque ela não tem como sustentar a família, os filhos. Aí ela vai ficando, então é uma forma de ela sair, conseguir um bom emprego, se profissionalizar e sair dessa relação", afirmou Cristina Silvestre.

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